quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Terremoto na Guatemala

por Juan Carlos Romera Sales

Orações para todos aqueles que sofreram as consequências do sismo. Mais uma vez o sofrimento vem a esta terra abençoada. Desta vez através de um evento que está deslizando fora de controle.

Mas algo deve ser claro, esta é parte de um processo que está a chegar... mas na mentalidade materialista que nos intoxica dificilmente pode ser discernido.

O planeta que chamamos de Vênus, mas os maias quichés ' chamado
Iq'oq'ij (como é mencionado no sagrado Popol Wuj) leva 224,7 dias em pé no sol. Arredondamento acima podemos ter o número de Maia muito importante 225.

No último dia 8 B'atz ' do Cholq'ij ou "Calendário sagrado" foi na terça-feira, 27 de março. Para quem não sabe, este é o dia que o maias da Guatemala comemoram o início de um novo ciclo de Cholq'ij.

Bem, se você tem 225 dias após a última 8 B'atz ' que encontramos dia 12 Ajmaq. Ou seja, ontem. Dia quarta-feira, 07 de novembro. Neste dia um terremoto de 7,5 graus que afetou Guatemala, berço do calendário abençoado.

Mas também isso aconteceu 44 dias antes do final do 13 Baktun na Ajpu 4' 21 de dezembro deste ano. 45 é a quinta parte de 225. Esta é uma aproximação muito perto de ser hostil, especialmente se vemos que a 22 de Dezembro 5 imox... é intimamente relacionado com o dia da terra.

Que cada um que medite e descobrir o significado deste sinal iminente. Hoje também é 13 N'oj... os maias
yucatecos chamam Caban ou terra. É para o Astecas Ollin, terremoto.O que cerca toda essa verdade? Suspeito? Coincidência?

A importância de 225 é que é o perfeito numero aproximado do ciclo anual de Vênus - iq'oqij, como disse antes. Mas é exatamente 225 dias 8320 ciclos em um 1872000 dias Oxlajuj Baktun ciclo.

Queremos mais sinais de transição? Despertaremos para a arte de honrar o pai criador e a mãe formadora e aprederemos? Está em nossas mãos. (Traduzido por Bing)

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Embaixadores maias rejeitam as profecias de fim do mundo


Embajadores mayas rechazan en Biarritz profecías del fin del mundo

A menos de dos meses del viernes 21 de diciembre, que según el calendario solar maya marca el fin de una era, dos “guías espirituales” mayas rechazaron el miércoles las profecías que anuncian el fin del mundo, antes de celebrar “una ceremonia sagrada” en la playa de Biarritz, en el sur de Francia.

POR AGENCIA AFP Francia 

BIARRITZ.- Este rico balneario vascofrancés, que acoge desde hace 21 años el Festival de Biarritz, ha visto pasar de todo: desde surfeadores de todo el mundo que bailan en sus inmensas olas azules hasta luchadores mexicanos, que fueron invitados el año pasado por esta fiesta del cine y las culturas de América Latina.

Pero nunca en sus playas se había erigido un “fuego sagrado” , que atrajo el miércoles a finales de la tarde a unos doscientos festivaleros y residentes, que querían presenciar la ceremonia celebrada por Don Pedro Celestino Yac Noj y Doña Faviana Cochoy Alva, invitados de honor de este Festival.

“Pedimos permiso a la Madre Tierra, para rendirle homenaje, ofreciéndole copal, un incienso natural traído de las montañas de Guatemala”, dijo doña Faviana mientras hacía un altar en la playa y sonaba en una grabadora la dulce música de la marimba.

Antes, en el Casino de Biarritz, cuyos inmensos vitrales dan sobre el mar, los dos indígenas guatemaltecos hablaron de la cosmovisión maya, explicando al nutrido público, que los escuchaba fascinado, que esta visión del mundo está al centro de su historia, cultura, de su vida cotidiana.

“Las religiones han tratado de impedir nuestra cosmovisión, que se basa en el respeto de la naturaleza”, dijeron los emisores mayas, que trabajan con la premio Nobel de la Paz 1992, Rigoberta Menchú.

Explicaron “el cambio de ciclo” que se avecina, y “el comienzo de otro” , declarando que las conjeturas apocalípticas sobre el 21 de diciembre próximo, que anuncian el fin del mundo, están vinculadas a la “cultura del miedo” y a gente que busca “beneficiarse comercialmente” de ese miedo.

“Esas profecías sobre el fin de la humanidad están vinculadas con la cultura del miedo”, subrayaron los dos guías espirituales mayas, que explicaron que la fecha que ha dado pie a esas profecías señala la culminación de un ciclo de 5 mil 200 años en el calendario maya y el “inicio de una nueva era de la humanidad” .

Según el calendario solar maya, el 21 de diciembre termina una era de 5 mil 200 años y se inicia un nuevo ciclo, señalaron, recordando que el calendario maya está conformado por 18 meses de 20 días cada uno, más el Wayeb, el mes sagrado de cinco días.

Cuenta larga

El Baktun es la unidad más larga de este sistema y equivale a unos 400 años. La gran era incluye 13 Baktun, un periodo de 5 mil 200 años.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Tumba maia de 1.700 anos é encontrada na Guatemala


Uma tumba de 1.700 anos de idade construída na época da antiga civilização maia foi descoberta no oeste da Guatemala.
Arqueólogos localizaram a tumba na Província de Retalhuleu, em um templo, e acreditam que o túmulo pode ser de um antigo governante maia ou líder religioso que viveu há cerca de 2.000 anos.
O arqueólogo do governo Miguel Orrego afirmou que a datação por carbono determinou que a tumba foi construída entre os anos 700 e 400 antes de Cristo, séculos antes do período conhecido como o auge da civilização maia e já é considerada uma das mais antigas descobertas no local.
Os cientistas não encontraram ossos na tumba do templo de Tak'alik Ab'aj, a cerca de 180 quilômetros ao sul da capital, Cidade da Guatemala. Provavelmente os ossos sepultados já se desintegraram.
Ao invés de ossos eles encontraram joias feitas em jade, incluindo um colar com uma figura parecida com um homem, mas com uma cabeça de ave, parecida com a de um abutre.
Esta figura com uma cabeça de ave parece identificar o ocupante da tumba como um ajaw, ou governante, pois o símbolo representava poder e riqueza entre os maias, destinado apenas a homens idosos e respeitados.
'Grande chefe'
Os arqueólogos batizaram o ocupante da tumba de K'utz Chman, que, na linguagem dos maias significa "Avô Abutre".
"Ele era um grande chefe. Ele aproximou as culturas olmeca e maia na América Central", afirmou Miguel Orrego.
O império olmeca começou a entrar em decadência por volta do ano 400 antes de Cristo. Já a civilização maia começava a crescer e se desenvolver nesta época, afirmou a arqueóloga Christa Schieber, que está trabalhando na tumba.
Os maias governaram grande parte da América Central entre os anos de 250 e 800 depois de Cristo, com um império que se estendia desde Honduras até a região central do México.
Segundo historiadores ouvidos pela agência de notícias Reuters, o líder sepultado na tumba pode ter sido o primeiro a introduzir elementos que, mais tarde, se transformaram em características marcantes da cultura maia, como a construção de pirâmides e as esculturas que representam as famílias reais. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

sábado, 20 de outubro de 2012

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